quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

O amor é acidente



O amor sempre foi visto como molhar os dentes em bolachas, ainda com sabor pasta de dente, após a cena retro da atriz enciumada sobre a cortina ensolarada.
O acidente, foi perguntar ao inocente, onde está o contente? E assim tudo fica perfeito, perto do medo ao lado da inteligência.
Algum sentido satisfaz, procurar abrigo e mente mais uma vez para não provocar ferida.
O amor é dormente, não escova os dentes e desconhece bolachas maizenas. Por um momento, quase desconversei e acreditei no acidente.
A gente olha envergonhado a cena da atriz com discurso decorado ao declamar a lua em poema.
O amor foi acidente. A dor é dormente. Tudo contente. Sorrisos e espaços para todos em momentos.
Agora o amor não tem jeito, sem um mundo fora do jeito, perfeito do som risório e apego do abraço mais feliz do mundo.
O amor não está doente.E agora não está só.

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