quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Fragmentos de história

... o diário está com um pedaço de folha rasgada, mas não é tragável que justamente no pedaço faltante, tenha ficado a anotação de um mundo diferente. Apressa a escolha da roupa para mais uma noite de festejos, enquanto ajeita o sapato, lembra dos recados que o senhor Renato, um homem mais sério, que sempre aconselhava sua filha mais nova. O tefefone toca, pensou até em não atende-lo, mas ficou preocupada em ser algo sério. Alô.Oi .A sua voz já doce, rasgou-se de tanta felicidade, sem lembrar do último contato, contentava-se com retratos, sempre caminhantes e ocupantes de visualizar fatos. A conversava pairava sobre possíveis chances de perceber a verdade, que maquiada foi equivocadamente usada em tantos outros encontros. No momento em que preparava-se para disparar mais uma variedade de palavras, foi interropida.Mais tarde ligo.Nem mesmo o silêncio ocupante da linha telefônica foi capaz de mudar o sorriso largo, que agora habitava o rosto da menina.A pressa não era mais precisa, depois de saber um pouco mais sobre aquela vida almejante e viajente, decidiu não sair. Ainda quem sabe, precisa rever filmes originais, onde sempre interpretou muito bem o lugar em que gosta de estar.

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