quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Prova final




Chegamos cedo em casa. Depois de horas na estrada, sacudindo diante dos buracos fechados superficialmente em reformas eleitoreiras, era a vez da Marina reclamar.  —  Mãe, não quero ir pra escola. Deixa? Revirei os olhos, verdades precisam ser ditas; menina desalmada, não vê que a escola é o refúgio para o suor aqui nesta testa envelhecida.   Mãe. Ao olhá-la, era a mãe e a avó que diziam - só o ano muda.  





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